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19/05/2017 Coordenação Diocesana da CEBs se reúne Dom Juventino fez uma reflexão a partir das prioridades da diocese enfocando a importância da Presença da Palavra de Deus

Na tarde do dia 13 de maio de 2017, dia de Nossa Senhora de Fátima e celebração dos 10 anos de aparição e declaração de santidade Jacinta e Francisco. A coordenação das CEBs esteve reunida no Centro de Pastoral da Diocese de Rondonópolis-Guiratinga. Após a oração inicial o coordenador diocesano das CEBs deu as boas vindas e apresentou a pauta do encontro. Num primeiro momento dom Juventino fez uma reflexão a partir das prioridades da diocese enfocando a importância da Presença da Palavra de Deus, a proximidade nas comunidades e o testemunho através de ações transformadoras. Lembrou também que no passado a CEBs lutavam por espaços, hoje a realidade mudou: há muitos espaços, muitos bairros, muitos edifícios com pouca presença evangelizadora. Demais membros deram sua contribuição sobre a vida das comunidades, suas conquistas e desafios. Também foram partilhados assuntos referentes ao encontro de formação em Primavera do Leste, dos delegados que vão participar do Intereclesial a se realizar de 07 a 10 de setembro em São Félix do Araguaia, bem como a formação dos coordenadores de comunidades. As comunidades estão vivas e é o fundamento do dinamismo da Igreja. Na realidade atual, são as pequenas comunidades que geram cristãos fortalecidos.
As comunidades Eclesiais de Base (CEBs) é a primeira célula do grande organismo eclesial ou, como diz Medellín, “a célula inicial de estruturação eclesial”. Como Igreja, a CEB guarda as características fundamentais que Cristo quis dar à comunidade eclesial. A CEB é uma maneira nova de realizar a mesma comunidade eclesial que é o Corpo de Cristo. (Documentos da CNBB n. 25, #79).O impulso dado por Francisco para que a Igreja católica se ponha em saída desafia a paróquia a mudar sua orientação pastoral: em vez de priorizar a atração de mais gente para as celebrações e cultos de louvor, trata-se de dar prioridade ao serviço à vida e ao cuidado da “casa comum”. Esse chamado papal tem levado não poucos agentes de pastoral a se lançarem nessa missão ad extra. É nesse momento que padres e bispos percebem que a estrutura paroquial não lhes é favorável por ser voltada para os serviços ad intra. Coloca-se então a proposta de renovação da paróquia para dar-lhe um impulso missionário. Nesse contexto, as CEBs são chamadas a contribuir para o processo de renovação paroquial. Aqui se coloca a pergunta com que concluo esta reflexão: seriam as CEBs capazes de tornar as paróquias espaços em saída para o mundo?

Pastoral da Comunicação (Pascom)
Diocese de Rondonópolis-Guratinga